Carta aberta

Eu digo não
ao socialismo

130 assinaturas
Assinar a Carta

A segunda volta das eleições presidenciais de 2026 é um momento de escolha decisiva para o país. São um julgamento político a décadas de socialismo que empobreceram o país, destruíram a classe média e deixaram Portugal mais frágil, mais inseguro e mais desigual.

António José Seguro tenta vender a imagem de moderação e consenso, mas essa narrativa é uma fraude política. Seguro é o rosto polido do mesmo socialismo que desgovernou Portugal durante grande parte dos últimos cinquenta anos e que conduziu o país ao atraso económico, à estagnação crónica e à dependência permanente do Estado. Não representa mudança, representa continuidade, e continuidade do pior.

Seguro representa politicamente António Costa e o seu legado. Um legado de fronteiras escancaradas, de imigração descontrolada, sem regras, sem critérios e sem capacidade de integração. Milhares de pessoas a entrar sem planeamento, enquanto os portugueses veem as rendas disparar, os salários a cair, os serviços públicos a colapsar e a pressão social a aumentar.

Seguro representa o Partido Socialista de José Sócrates, o maior embuste político da história da democracia portuguesa. Um período marcado por corrupção, endividamento irresponsável, mentira sistemática e pelo colapso da confiança dos cidadãos nas instituições. Nunca houve uma rutura séria, nunca houve um pedido de desculpas, nunca houve verdadeira responsabilização. Houve silêncio cúmplice e continuidade.

Este é o socialismo que António José Seguro encarna. O socialismo da pobreza estrutural, da classe média asfixiada por impostos, da criminalidade a crescer em várias zonas do país, da insegurança sentida nas ruas e da incapacidade do Estado em proteger quem trabalha e cumpre. Um sistema que promete justiça social, mas entrega miséria partilhada.

António José Seguro não é moderação, não é dignidade e não é futuro. É o passado a tentar regressar pela porta do Palácio de Belém. Em 2026, os portugueses não escolhem apenas um Presidente. Escolhem se continuam reféns de um modelo falhado ou se dizem, finalmente, que é tempo de dizer Não ao socialismo.

Eu digo não ao socialismo!



Assinar a Carta

Preencha os seus dados:

Assinaturas

120 validadas
Cristina Ramos
Empresário(a)
Maria do Rosário
Reformado(a)
TIAGO MOREIRA
Técnico(a) de informática
Rosário
Reformado(a)
Frederico Saeed
Técnico(a) de informática
Miguel Cruz
Programador(a) ou desenvolvedor(a) de software
Miguel Mota
Vendedor(a) ou comercial
Teresinha
Empresário(a)
Eduardo Madeira
Designer
Diogo Monteiro
Empresário(a)
José Barreira Soares
Empresário(a)
Maria Helena Rodrigues Garcia
Assistente administrativo(a)
José Vilela
Trabalhador(a) de serviços
Nuno Correia
Trabalhador(a) de serviços
Francisco Fonseca
Técnico(a) de vendas e marketing
Eurico
Reformado(a)
MONICA LEAL
Empresário(a)
Álvaro Duarte
Padre
BRUNO MIGUEL CORREIA SILVA
Cozinheiro
Teresa Pinto
Reformado
Nair Teixeira
Reformado
Pedro Coelho
Contabilista ou auditor
Ana Coelho
Empresário
Maria Martins
Empresário
Rui Couto
Gestor ou gerente de empresa
Manuel Rodrigues
Reformado
Lourdes côrte
Reformado
Ruben Daniel
Programador ou desenvolvedor de software
Tiago Sousa
Profissional de Imagem
Miguel Santos
Desempregado
Carlos Carvalho
Mecânico
Maria Antonieta Lopes Pimenta
Assistente administrativo
Silvia Gonçalves Martins
Diretor/Gestor
Dina Santos
Desempregado
Carla Souto e Moura
Trabalhador por conta própria
Corina
Assistente administrativo
Nuno Ricardo
Trabalhador da função pública
Diogo Corujo
Desempregado
Miguel Corujo
Trabalhador de serviços
Isabel
Professor ou educador
Ricardo Pinheiro
Tec. audiovisuais
Tiago Salvador Filipe
Segurança Privado
Antonio corujo
Jardineiro
Helga de Sousa Cunha
Empresário
Maria da Conceição Godinho
Reformado
Teresa Afonso
Outro profissional de saúde
Paulo Pimenta
Assessor Político
Isabel Corujo
Trabalhador da função pública
João José Rodrigues Veloso Gonçalves
Reformado
José
Reformado