Carta aberta

Eu digo não
ao socialismo

14856 assinaturas
Assinar a Carta

A segunda volta das eleições presidenciais de 2026 é um momento de escolha decisiva para o país. São um julgamento político a décadas de socialismo que empobreceram o país, destruíram a classe média e deixaram Portugal mais frágil, mais inseguro e mais desigual.

António José Seguro tenta vender a imagem de moderação e consenso, mas essa narrativa é uma fraude política. Seguro é o rosto polido do mesmo socialismo que desgovernou Portugal durante grande parte dos últimos cinquenta anos e que conduziu o país ao atraso económico, à estagnação crónica e à dependência permanente do Estado. Não representa mudança, representa continuidade, e continuidade do pior.

Seguro representa politicamente António Costa e o seu legado. Um legado de fronteiras escancaradas, de imigração descontrolada, sem regras, sem critérios e sem capacidade de integração. Milhares de pessoas a entrar sem planeamento, enquanto os portugueses veem as rendas disparar, os salários a cair, os serviços públicos a colapsar e a pressão social a aumentar.

Seguro representa o Partido Socialista de José Sócrates, o maior embuste político da história da democracia portuguesa. Um período marcado por corrupção, endividamento irresponsável, mentira sistemática e pelo colapso da confiança dos cidadãos nas instituições. Nunca houve uma rutura séria, nunca houve um pedido de desculpas, nunca houve verdadeira responsabilização. Houve silêncio cúmplice e continuidade.

Este é o socialismo que António José Seguro encarna. O socialismo da pobreza estrutural, da classe média asfixiada por impostos, da criminalidade a crescer em várias zonas do país, da insegurança sentida nas ruas e da incapacidade do Estado em proteger quem trabalha e cumpre. Um sistema que promete justiça social, mas entrega miséria partilhada.

António José Seguro não é moderação, não é dignidade e não é futuro. É o passado a tentar regressar pela porta do Palácio de Belém. Em 2026, os portugueses não escolhem apenas um Presidente. Escolhem se continuam reféns de um modelo falhado ou se dizem, finalmente, que é tempo de dizer Não ao socialismo.

Eu digo não ao socialismo!



Assinar a Carta

Preencha os seus dados:

Assinaturas

Vitória Garcia Lopes
Reformado(a)
Sérgio
Reformado(a)
José Lopes
Policia
Maria Soares
Desempregado(a)
ALEXANDRE RODRIGUES
Empregado(a) de mesa
Pedro miguel soares gomes
Trabalhador(a) por conta própria
Patrícia
Professor(a) ou educador(a)
André Jesus
Programador(a) ou desenvolvedor(a) de software
Sérgio mariz
Motorista profissional
Luís Rocha
Empresário(a)
Filipe Lages
Empresário(a)
Maria Emília de Sousa Martins Borralho
Engenheiro(a) civil
Jesus
Trabalhador(a) por conta própria
Francisca Silva
Trabalhador(a) por conta própria
Adriana Ferreira
Desempregado(a)
Ricardo Lourenço
Técnico(a) de enfermagem ou enfermeiro(a)
Eduardo Carvalho
Funcionário Público
Pedro maria cunha jose de melo
Auxiliar de ação educativa
José Fonseca
Assistente administrativo(a)
José Fialho
Empresário(a)
Joaquim Mendonça
Cargo político(a)
Paulo ganhao
Motorista profissional
Paulino Ribeiro
Trabalhador(a) por conta própria
Tiago
Trabalhador(a) da função pública
Patricia Silva
Assistente administrativo(a)
Pedro Teixeira
Reformado(a)
Nuno Miguel Eusébio Branca
Trabalhador(a) da função pública
Miguel Henrique
Motorista profissional
Rui Braga
Técnico(a) de informática
Flàvio Roberto Piçarra Valério
Trabalhador(a) de serviços
Bruno Filipe Pereira Santos
Empresário(a)
Jorge Machado
Trabalhador(a) da função pública
Andreia Araújo Esteves
Empresário(a)
Mário Dos Santos Xavier Figeiredo
Reformado(a)
João Cunha Rego
Reformado(a)
Andreia de Jesus
Assistente Social
Miguel Patrício
Vendedor(a) ou comercial
Ana Medeiros
Estética
Martim Durão
Professor(a) ou educador(a)
Emanuel Almeida
Reformado(a)
Fatima Silva
Empresário(a)
Tiago Oliveira
Empresário(a)
José Manuel Lourenço Loureiro
Agricultor(a) ou trabalhador(a) agrícola
MARCO CAETANO SILVA
Director de Produção
Rui Branco
Vendedor(a) ou comercial
Luís Gonçalves
Empresário(a)
Rafael Alexandre Silva Ferraria
Empresário(a)
Diogo Cruz
Contabilista ou auditor(a)
Maria da Conceição Canelhas Ganchinho
Trabalhador(a) da função pública
Bruno Madureira
Operário(a) industrial