Eu digo não
ao socialismo
A segunda volta das eleições presidenciais de 2026 é um momento de escolha decisiva para o país. São um julgamento político a décadas de socialismo que empobreceram o país, destruíram a classe média e deixaram Portugal mais frágil, mais inseguro e mais desigual.
António José Seguro tenta vender a imagem de moderação e consenso, mas essa narrativa é uma fraude política. Seguro é o rosto polido do mesmo socialismo que desgovernou Portugal durante grande parte dos últimos cinquenta anos e que conduziu o país ao atraso económico, à estagnação crónica e à dependência permanente do Estado. Não representa mudança, representa continuidade, e continuidade do pior.
Seguro representa politicamente António Costa e o seu legado. Um legado de fronteiras escancaradas, de imigração descontrolada, sem regras, sem critérios e sem capacidade de integração. Milhares de pessoas a entrar sem planeamento, enquanto os portugueses veem as rendas disparar, os salários a cair, os serviços públicos a colapsar e a pressão social a aumentar.
Seguro representa o Partido Socialista de José Sócrates, o maior embuste político da história da democracia portuguesa. Um período marcado por corrupção, endividamento irresponsável, mentira sistemática e pelo colapso da confiança dos cidadãos nas instituições. Nunca houve uma rutura séria, nunca houve um pedido de desculpas, nunca houve verdadeira responsabilização. Houve silêncio cúmplice e continuidade.
Este é o socialismo que António José Seguro encarna. O socialismo da pobreza estrutural, da classe média asfixiada por impostos, da criminalidade a crescer em várias zonas do país, da insegurança sentida nas ruas e da incapacidade do Estado em proteger quem trabalha e cumpre. Um sistema que promete justiça social, mas entrega miséria partilhada.
António José Seguro não é moderação, não é dignidade e não é futuro. É o passado a tentar regressar pela porta do Palácio de Belém. Em 2026, os portugueses não escolhem apenas um Presidente. Escolhem se continuam reféns de um modelo falhado ou se dizem, finalmente, que é tempo de dizer Não ao socialismo.
Eu digo não ao socialismo!